
E este blog inicia a sua jornada nos tempos em que escrever e compartilhar o que se pensa é um ato tão democrático, quanto banal. Imagino que poucos terão paciência para me acompanhar. Mesmo assim, escrevo mais como expressão do que a necessidade de ser compreendida. Talvez uma vontade de auto-análise do cotidiano deste mundo de Corra Lola, corra!
A fada verde me veio como uma imagem de muitas possibilidades. A de traçar paralelos inimagináveis. Como astronomia e leite materno. De tudo o que meu universo possa se interessar. Beber desta fonte é antes de tudo um mergulho de alma. Coisa que modéstia parte faço muito bem. Sem amarras, sem medos, me lanço e não me prendo. Eterna aprendiz, solto minhas fadas, encarno minhas bruxas e vou à luta. Com o universo conspirando sempre, é claro.